São apenas trechos que considero importantes, nomes próprios serão excluídos ou substituídos por não-correspondentes, Freud explica??
Análise pessoal, baseada no meu "Freudismo" ao final desta insanidade.
No supermercado, eu e ele de braços dados, passando pelo corredor de bebidas e indo aos frios
De repente, eu o mordo no peitoral...
-Por que você insiste em me machucar?
-Eu??!
-É você! Eu nunca deixei marcas em você! Nem nas nossas mais "calientes" noites de amor!
-Marcas de amor? Você!? Não, o Senhor nunca foi capaz de me deixar marcas de amor, eu simpesmente tive vontade de te morder em público, não posso?
-Eu nunca machuquei você, se chora é por querer chamar atenção. Você utimamente nem diz que me ama.
-Eu deveria dizer que amo você?
-Deveria! Deveria ligar durante meu trabalho, dizer que não vive sem mim, que sou seu homem e que você precisa de mim.
Encostamos no balcão de frios do mercado, com todas as conservas vendidas à granel, plano de fundo da discussão que nunca teríamos durante a consciência.
-Deveria sim, para massagear seu ego, você precisa disto, né?! Alguém para dizer o quanto você é importante enquanto você namora a outra garota! Escute, se você continua saindo com várias enquanto tem "a oficial", você a levou para conhecer sua família, você a levará no ano novo em família.
-Você nunca me disse que queria conhecer minha família!
-Ah não?!?!?!Talvez eu não tenha sido nem um pouco direta, eu nunca cobrei nada de você, Fulano!
Neste momento, nos beijamos apaixonadamente e sou transportada para um quarto com macas hospitalares, num momento de Crepúsculo, no alto de um edifício, onde tenho como companhia "a oficial".
Analisando:
1º O rosto do Fulano, quando olhavámos nos olhos, transformava-se no rosto de meu pai. (Freud explica, eu sei/).
2º A costante de todo meu relacionamento: a inversão das histórias!
3º Corra atrás, Diga que ama, lute, sofra, chore...Odeio quando os outros pensam que me podem manipular, e quando são capazes disto!
4º O quarto crepuscular, no alto do prédio, a companhia agoniante, o Beijo que antecedeu. Af, que deprimente, suicida.
Sonho ou pesadelo, passou!
28 de dezembro de 2008
26 de dezembro de 2008
Receita de ano bom!
Já tenho pedidos para 2009!
Além dos eventuais clichês sempre bem-vindos, amor, paz, dinheiro, realizações de todo tipo, tenho um pedido muito, muito, muito especial!
Desejo-o do fundo desta minha mente insana, duas mil e nove vezes, trezentas e sessenta e cinco vezes no ano vindouro!
Quero um amor racional!
(Por Machado de Assis: "Não ria estimado leitor das minhas palavras".)
Não ria, desejo profundamente um amor racional.
Bem sei que o amor está para a razão como está para a indiferença. Foda-se! Quero um amor muito, muito, muito: Racional!
Racional para poder dizer sim ou não, para poder fazer as minhas escolhas, para não querer ser a mãe ausente dele, mas para ser mulher e amante.
Para satisfazer um primeiro lugar as Minhas vontades, racional para amá-lo sem deixá-lo saber que é tãããão amado assim.
Só desta forma garantirei a perpetuação dos meus felizes anos, a continuidade de um amor à dois.
Racional, é muito mais do que viver anos e anos Passional. Só os crimes são passionais, ou já ouviram falar de crime racional? Assim confirmo minha teoria sobre quem é racional não mata, não morre, não se estressa no trânsito, não xinga o namorado, não é panaca, não é feito de babaca e vai viver feliz para sempre até que a morte aos 112 anos lhes separem, bem velhinhos em 2099!!!
Se este pedido for demais, peço aos Papais Noel, Papai do Céu e todos os anjos e santos desconsiderem-no, mas se for plausível, por favor concedam, pois não sei como é amar racionalmente, mas seria uma boa forma de experimentar este tal de amor.
É isso, BOM ANO BOM a todos!!!
Além dos eventuais clichês sempre bem-vindos, amor, paz, dinheiro, realizações de todo tipo, tenho um pedido muito, muito, muito especial!
Desejo-o do fundo desta minha mente insana, duas mil e nove vezes, trezentas e sessenta e cinco vezes no ano vindouro!
Quero um amor racional!
(Por Machado de Assis: "Não ria estimado leitor das minhas palavras".)
Não ria, desejo profundamente um amor racional.
Bem sei que o amor está para a razão como está para a indiferença. Foda-se! Quero um amor muito, muito, muito: Racional!
Racional para poder dizer sim ou não, para poder fazer as minhas escolhas, para não querer ser a mãe ausente dele, mas para ser mulher e amante.
Para satisfazer um primeiro lugar as Minhas vontades, racional para amá-lo sem deixá-lo saber que é tãããão amado assim.
Só desta forma garantirei a perpetuação dos meus felizes anos, a continuidade de um amor à dois.
Racional, é muito mais do que viver anos e anos Passional. Só os crimes são passionais, ou já ouviram falar de crime racional? Assim confirmo minha teoria sobre quem é racional não mata, não morre, não se estressa no trânsito, não xinga o namorado, não é panaca, não é feito de babaca e vai viver feliz para sempre até que a morte aos 112 anos lhes separem, bem velhinhos em 2099!!!
Se este pedido for demais, peço aos Papais Noel, Papai do Céu e todos os anjos e santos desconsiderem-no, mas se for plausível, por favor concedam, pois não sei como é amar racionalmente, mas seria uma boa forma de experimentar este tal de amor.
É isso, BOM ANO BOM a todos!!!
Assinar:
Postagens (Atom)