4 de janeiro de 2010

Dez, já?!?

Hoje é um bom dia para uma postagem. Na verdade, não o é. São duas horas da manhã do dia quatro de janeiro de dois mil e dez e este meu texto começa como um diário de menina, com direito à cabeçalho e tudo. Ora chove, ora não. Embora ainda esteja escuro, eu desenharia uma lua "meio-cheia" e encoberta de nuvens no canto superior direito do meu diário, se houvesse a ferramenta desenhar neste meu blog.
A verdade é que às vezes penso que só eu visito meu site, só eu leio meus textos, não ligo para contador que se move e vou escrevendo minhas poucas coisas. Outra verdade é que tenho um lado narcisista e costumo ler minhas postagens antigas, sempre encontro vírgulas a mais, sem deixar de me orgulhar do que já escrevi, no entanto.
Pensei em falar sobre dois mil e nove, mas já falei no twitter e já comemorei seu fim durante dois dias de festa com a família Aguiar.
Ano-bom, para mim, é algo como viver toda a felicidade do mundo em trinta segundos; é chorar com uma página bem escrita em um livro, é encontrar aquele velho amigo e abraçá-lo como o sentimento de tê-lo visto ontem e com uma saudade acumulada por anos.
Ano-bom é uma esperança que não passa à meia-noite e um, é uma esperança de dias melhores quando tudo parece bem ou ainda quando tudo parece ir de mau a pior.
Ano-bom foi há meia-hora atrás, quando li meus textos do ano passado e vi que tudo aquilo era bom e decidi continuar, pois terei muita coisa para contar neste ano que começou há quatro dias.
Um brinde ao novo! Um brinde às coisas velhas que sempre ficam!

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