Às vezes sinto falta dele, tanta falta, em um milésimo de segundo.
Hoje vi uma foto de kichute. Lembrei de quando ele deu um pro meu irmão, dizendo que fora a chuteira que ele usou na infância e que a fábrica er em Londrina - até hoje não sei se é, algumas coisas prefiro manter naquele espaço em que criei para armazenar todas as coisas do meu pai.
E de todas as vezes que ele se atrasou e de quando me fez pensar que no Makro não podia entrar crianças. Dos morangos, dos kinder ovo, da amizade perdida.
Ele não estará mais aqui. Mas lembrarei de tudo isso e muito mais quando vir a foto do kichute.
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