25 de janeiro de 2012

um pouco

Às vezes sinto falta dele, tanta falta, em um milésimo de segundo.
Hoje vi uma foto de kichute. Lembrei de quando ele deu um pro meu irmão, dizendo que fora a chuteira que ele usou na infância e que a fábrica er em Londrina - até hoje não sei se é, algumas coisas prefiro manter naquele espaço em que criei para armazenar todas as coisas do meu pai.
E de todas as vezes que ele se atrasou e de quando me fez pensar que no Makro não podia entrar crianças. Dos morangos, dos kinder ovo, da amizade perdida.
Ele não estará mais aqui. Mas lembrarei de tudo isso e muito mais quando vir a foto do kichute.

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